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domingo, 9 de dezembro de 2012

Eu não tenho nada. Nada! Nada...


Além de toda oportunidade de criar oportunidades.

Querido papai do céu,
Pressione toda minha depressão para oposição
Solidifique meu coração diluído em melindras
E
Se a vida for um rio,
lhe imploro de alma rasgada,
não me deixes afogar em águas passadas.


Enfim, esse não é o fim
Já está longe de ser o começo
Pode até ser o meio;
Meio sem nexo, que me torna perplexo...


 
   Leve-me até à margem do rio
  Leve-me até o combate final
    Lave o veneno da minha pele  Me de um motivo pra viver
   Me iluda com um gosto real.


Me afogo na solidão,
mas não te dou mais nenhum pedaço do meu coração!




Não vou deixar você chegar mais perto!
Não dessa vez!
Não mais!
Nunca mais!
Não tente vir pelas curvas, pois estarei indo reto
Adiante, sem rumo certo é verdade
porém se for pra sofrer
que seja de saudade!
Afinal, eu sei que ela não mata
Já vi esse filme antes, aliás, vi, vivi e venci...
Venci de tanto perder
Venci pela derrota!
Certas dores transbordam no máximo algumas revoltas
Fazem mal, mas nem tanto...
 Já estou acustumado
Posso até perder essa guerra
Ainda sim, sempre serei o único soldado!

Vou te manter longe.
Longe! Muito longe!
Longe o suficiente para não lhe dar a oportunidade
De me machucar novamente
Arrancarei todas suas armas na marra!
Bloquearei sua mente de deixar a minha mais doente!
De repente vai que você desapareça da minha cabeça...
Talvez
Essa doença que sinto por você nem tenha cura
Se
For pra conviver com ela o resto da vida
Que assim seja...
Hoje vou jantar minha dor
Posso até vir a me matar de sobremesa
Ou talvez só comer uma fruta
O importante é que você SUMA!


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